Postura

Ombros levantados sempre!

Vou contar a história da Nandinha. Ela é uma amiga que faz sessões comigo. Brincamos muito com o fato dela viver com os ombros levantados e criei a Nandinha. Conte essa história para uma criança!

“Nandinha é uma menina muito bonitinha e muito alegre, mas desde cedo adquiriu um hábito meio chato: vivia com os ombros levantados, perto das orelhas.

Levantava tanto os ombros que acabou pendurada num cabide!

Como a tartaruga que carrega a casa junto, ela anda com o cabide por aí…

Às vezes, era meio chato, porque ele fazia com que Nandinha não conseguisse se mover livremente. E, quando ela pegava coisas com as mãos, os braços ficavam meio presos, porque os cotovelos não conseguiam dobrar muito.

Era difícil escovar o cabelo, porque, como os ombros estavam presos no pescoço, o cotovelo mal dobrava para a escova encostar no cabelo.

Ela gostava de dançar, só que dançava meio desajeitada.

Escovar os dentes, então, era super difícil, a mão segurava a escova de um jeito meio esquisito, e tinha até uma empresa que estava pensando em fabricar um apoiador de cotovelo para ajudar pessoas assim, a segurar a escova.

Pena que, fazendo isso, ela usava muito pouco o apoio que vem do chão. Não percebia que é preciso estar com o corpo ereto, livre de tensões desnecessárias para conseguir sentir, de fato, o peso do corpo nos pés.

Então, Nandinha resolveu que era hora de parar com essa mania, esse hábito chato, de manter os ombros levantados perto das orelhas!

Ela começou a pensar, todo dia ao acordar, que lembraria de soltar os ombros em muitos momentos durante o dia.

O tempo foi passando, ela foi se esforçando. Começou a deixar o cabide no quarto, às vezes, quando levantava.

Achou meio chato no início, afinal, o cabide tinha se tornado um grande companheiro. Mas era hora de usá-lo para pendurar roupa!

nandinha sem o cabide

Foi aí que, um dia, Nandinha notou que tinha passado todo o dia sem ele! Ficou muito feliz! De repente, seu pescoço parecia mais longo, seus braços começaram a se mexer com mais facilidade. E ela começou a sentir melhor o chão embaixo de seus pés!

Repare se você é como a Nandinha, note se consegue deixar os braços livres, pendendo ao longo do corpo!”

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